segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Suspiro e dor

A noite transforma-se em suspiro
adormeço a suspirar de amor...
E de manhã de novo me transfiro
para a superfície de uma flor,
fugindo aos seus espinhos e à dor
em que te transporto e me firo…

(Felipa Monteverde)

1 comentário:

DE MÃOS DADAS disse...

Sem dor a sensibilidade diminui ou é nula
Lindo poema.
Beijingos
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